Resenha: 1984 - George Orwell

terça-feira, outubro 07, 2014


Bom dia, boa tarde, boa noite, eu sou o Fried, e eu voltei, depois de anos, eu postei.Vou falar aqui sobre o melhor livro que eu já li: 1984, de George Orwell.

Bom onde começar? Pela capa! (eu sou muito engraçado, ha-ha-ha).


Apesar do título, 1984 é de 1949. Confundiu? Eu explico. O livro é de 1949, e mostra um futuro em 1984, onde todos são vigiados, e qualquer coisa que você falar, ou não, pode e vai ser usado contra você.
O livro se passa em Londres, ou, segundo o livro, a Pista No. 1, já que, nesse futuro, o mundo foi dividido assim:

(Em laranja, a Oceânia , em amarelo, a Eurásia,e, em verde, a Lestásia. Em cinza, as áreas sob disputa.)

O personagem principal chama Winston Smith, e trabalha no Ministério da Verdade, um lugar que é explicado pela excelente frase: "Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado."  E é agora que complica. 
Em 1984, todos são vigiados e controlados, de um jeito que, se o governo mudar a quantidade de chocolate mensal de todos, isso será maior, independente do que jornais antigos falaram, sempre aumenta. E isso é o trabalho de Winston, pegar recortes de jornais antigos, mudar o que mandam, e queimar o original, e eles fazem com tudo, jornais, livros, enciclopédias, tuso para mudar o passado conforme o necessário.
Além disso, existe a Novílíngua, uma língua que vai encurtando as palavras, para que não haja palavras ruins, um exemplo é que não existem pessoas e mortos, mas pessoas e não-pessoas. Sim, é complicado.
Agora, um trecho retirado diretamente do livro, explicar o termo Duplipensar

"Saber e não saber, estar consciente de sua completa sinceridade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões que se cancelam mutuamente, sabendo que se contradizem, e ainda assim acreditar em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade e apropriar-se dela, crer na impossibilidade da Democracia e que o Partido era o guardião da Democracia; esquecer o quanto fosse necessário esquecer, trazê-lo à memória prontamente no momento preciso, e depois torná-lo a esquecer; e acima de tudo, aplicar o próprio processo ao processo. Essa era a sutileza máxima: induzir conscientemente a inconsciência, e então, tornar-se inconsciente do ato de hipnose que se acabava de realizar. Até para compreender a palavra "duplipensar" era necessário usar o duplipensar."

Depois de tudo isso, não vou conseguir explicar tudo o que tem no livro, porque é muito, e eu recomendo: LEIA ESSE LIVRO! Livro necessário para qualquer um que goste de ler, eu recomendo MUITO. Se quiser, existe o filme também, mas, como sempre, o livro é melhor que o filme.

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Bjunda!
 Igor Friedmann

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